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Tuesday, 12 April 2011

Aspargos brancos com molho de hortelã e limão siciliano



Nem acredito que chegou a época de aspargos... Como eu amo!!!
Dessa vez o primeiro que apareceu por aqui foi o branco, que apesar de não ser o meu predileto, resolvi trazer para casa mesmo assim... A verdade é que quis dar mais uma chance para ele.
Essa receita ficou excelente. Perfeita para esse período do ano e ainda mais para acompanhar o filé que fiz grelhado!!!

500g de aspargos brancos
50g de manteiga
Suco de 1/2 limão siciliano
Hortelã
Sal
Pimenta


Descasque a parte externa do aspargo com um descascador de legumes - da pontinha para baixo.
Em seguida amarre os aspargos juntos num maço (eu usei uns barbantes de silicone excelentes que comprei no supermercado daqui).
Ferva água com sal numa panela que caiba o maço de aspargos em pé. Se for o caso, corte um pouco a pontinha dele para que caiba na panela.
Enquanto isso, faça uma pasta com 1/2 maço de hortelã no pilão.
Derreta a manteiga numa frigideira. Adicione sal e pimenta, e em seguida a polpa de hortelã e o suco de limão siciliano. Misture bem, e retire do fogo quando começar a borbulhar.
Cozinhar os aspargos por 5 minutos na água fervente. Depois desligar o fogo, e deixá-los na panela com água por mais 10 minutos.
Escorra os aspargos. Sirva e regue o molho por cima, decorando com umas folhinhas de hortelã.

Valeu ter dado mais uma oportunidade para os aspargos brancos, mas continuo preferindo os verdes!

Tuesday, 5 April 2011

Ravioli de massa de pastel


Essa receita é a marca registrada no meu pai na cozinha! Tão especial que é a única que ele tem!!! :)
Não sei de onde vem a idéia de fazer ravioli com massa de pastel, mas sei que ele já faz isso há muitos anos. E sei também que fica bom demais!!!
Nessa minha longa temporada no Rio, eu tive tempo de não só comer todas as coisas que adoro e de que morro de saudade, mas também de comer bastante em casa. Foi numa noite assim, em que estávamos os meus pais e eu dentro da toca, que o meu pai resolveu exibir todo o seu talento culinário! Claro que eu tive que me meter e dar uma bisbilhotada, né?! Não é porque estou longe da minha cozinha que não me meterei na dos outros!!!!
O meu pai usou a massa de pastel pequena, da marca Carneiro.
O recheio foi de ricota. E as medidas meio de olho...
  • 200g de ricota
  • Parmesão ralado (não sei a medida... o meu pai usa o queijo também para dosar o sal)
  • Nozes moídas 
  • Suco de 1/2 limão siciliano
  • Noz moscada ralada
  • Sal
  • Pimenta
1. Esfarelar a ricota e junte o restante dos ingredientes, misturando bem. 
2. Dispor o recheio no meio de cada massa de pastel, dobre ao meio - no formato de um pastel - e feche bem (com um garfinho) para que o recheio não escape durante o cozimento.
3. Ferver água com sal numa panela grande.
4. Levar os raviolis na água fervente, e retirá-los quando subirem a superfície.
5. Cozinhar os raviolis aos poucos, para que não grudem uns nos outros.



Para o molho tivemos duas opções: sugo e manteiga de sálvia. Eu, particularmente, preferi o de manteiga, pois acho que o molho de tomate camufla demais o gosto da ricota, que é bem suave.
Para o molho de tomate fiz um bem simples. Refogado de bacon em cubos, cebola roxa e alho; tomate pelado (o da lata), sal, pimenta, manjericão desidratado e uma colherzinha de chá de açúcar para dar uma quebrada na acidez. Deixe cozinhando por quanto tempo puder.
Para o molho de manteiga de sálvia eu usei: 75g de manteiga sem sal e folhas de sálvia. 
Derreta a manteiga numa frigideira. Quando começar a espumar adicionar a sálvia, e fritar por alguns segundos. Adicionar sal e pimenta e... É isso! Tá pronto!!!
Esse molho é fácil, fácil e vai muito bem com massas recheadas com ricota ou abóbora. 


 
Um jantarzinho gostoso preparado no conforto da casa dos meus pais em pleno verão carioca! 

Thursday, 10 March 2011

Fazendo maionese com a tia Glória

Vou começar esse post esclarecendo quem é a tal tia Glória... 
Então, a tia Glória é casada com o meu tio Jorge e dona de um talento incrível! A minha tia não só cozinha divinamente, mas com perfeição. Eu NUNCA, eu disse NUNCA comi nada que a minha tia tivesse preparado que não estivesse saboroso. Além disso, não há uma só vez em que a mesa não esteja super bem decorada, com louças divinas e comidas lindas de se ver e de comer!
Dito isso, aproveitei a minha temporada carioca para pedir a ela que me ensinasse a fazer maionese. Eu sou louca de paixão por maionese, e não preciso nem dizer que a da tia Glória é perfeita! A verdade é que apesar do preparo ser fácil, eu nunca acerto o ponto! Algumas receitas ficam com muito gosto de azeite, outras duras e amareladas demais... Enfim, só mesmo com o coaching da minha tia para eu aprender de uma vez por todas a preparar maionese.
Numa bela tarde fui então à casa dela e posso dizer agora que finalmente aprendi a fazer maionese... Agora iniciou-se uma nova era na minha vida, nada mais de maioneses industrializadas na minha cozinha!!!!
Anotem aí a receita...

Maionese da Tia Glória
Rende em torno de 300g

1 ovo
1 e 1/4 xícara de chá de óleo (pode ser de canola ou girassol)
1 colher de chá de mostarda dijon
1/2 colher de chá de sal (rasa)
Pimenta do reino branca

1 colher de sopa de suco de limão siciliano ou de vinagre de vinho branco
3 gotas de tabasco (opcional)
1 dente de alho
1/2 colher de chá de ervas de provence



Bater num processador ou liquidificador por 1 minuto o ovo,  1/4 da xícara de chá de óleo, a mostarda e o sal. Logo em seguida, ligar novamente o processador e acrescentar o óleo em fio. 
Detalhe importante: adicionar o óleo de forma constante, sempre na mesma quantidade.



Depois que todo o óleo tiver sido adicionado, acrescentar o suco de limão ou vinagre, o tabasco se for usar, alho e as ervas de provence. Pulsar por alguns segundos.


Monday, 31 January 2011

Nova Aquisição... PLENTY, o novo livro de Yotam Ottolenghi



Costumo ir a Londres pelo menos umas duas vezes por ano; para matar um pouco das saudades dessa cidade que eu amo e dos bons amigos que lá deixamos. Sempre que vou para lá volto para casa com alguns livrinhos de culinária, já virou regra! Na verdade, essa é a minha salvação, pois os livros em inglês aqui custam os olhos da cara e o meu nível de alemão ainda é muito baixinho para conseguir ler os que vendem aqui.
Na última ida comprei Plenty, o novo livro do Yotam Ottolenghi, um chef isralense baseado em Londres. O chef também possui uma rede de restaurantes na cidade [aqui] que leva o sobrenome dele. São quatro filiais, sendo que apenas uma delas, a de Islington, é um restaurante propriamente dito, o restante é concentrado em vender comidas e doces para serem consumidos fora, o famoso take-away. Para os que tiverem uma chance de ir a Londres, recomendo muito uma ida ao Ottolenghi, pois a comida é divina. E se tiverem um pouco mais de tempo para ir ao restaurante, vale a pena fazer uma reserva.
O livro é uma inspiração em vários sentidos, além de receitas fantásticas, inovadoras e perfumadas com ervas e temperos do Oriente Médio, também tem fotos lindas. O livro é exclusivamente vegetariano, que era exatamente o que eu estava procurando, já que estou pensando em diminuir um pouco a quantidade de carne que consumimos. Não me entenda mal, não tenho a mínima intenção de me tornar vegetariana. Nunca conseguiria viver feliz sem comer peixe e uma bela picanha, mas acho que é importante para o nosso organismo e também para o meio-ambiente reduzirmos um pouco o nosso consumo, já que aqui em casa comemos um tipo de carne praticamente todos os dias.









Para quem se interessar um pouco mais sobre o Yotam Ottolenghi, pode acompanhar a coluna semanal dele - The New Vegetarian - publicada todos os sábados no jornal inglês Guardian [aqui] com receitas super apetitosas.
Ainda não tive a chance de fazer nenhuma receita do meu livro novo, mas não vejo a hora disso acontecer! :)

Tuesday, 18 January 2011

Sopa de Abóbora com Cogumelos Cepes Grelhados



Sopinha deliciosa para aquecer os comensais no inverno...
Receitinha retirada do livro First Crack your Egg!, do John Burton Race & Angela Hartnett.

Ingredientes para 4 pessoas:
  • 1 abóbora, descascada, sem as sementes e em cubos 
  • 50g de manteiga
  • 2 colheres de sopa de vinho de branco
  • 50g de casca de parmesão (eu omiti)
  • Parmesão em cubinhos (eu usei gruyère)
  • 900ml de caldo de galinha
  • Creme de leite (eu omiti)
  • Azeite trufado (opcional)
  • 1 - 2 colheres de sopa de azeite
  • Cogumelos cepes picados ou algum outro tipo de cogumelo selvagem (eu usei porcini seco)
Suar a abóbora em cubos numa panela com manteiga em fogo baixo.
Adicionar o vinho branco, e tampar a panela deixando cozinhar por cerca de 10 minutos ou até que as abóboras estejam amolecidas.
Adicionar a casca do parmesão e o caldo de galinha.
Após ferver, abaixar o fogo e cozinhar por aproximadamente 20 minutos ou até que as abóboras estejam bem cozidas.
Descartar a casca do parmesão.
Bater a mistura com o mixer até que esteja cremosa (eu não utilizei toda o caldo do cozimento).
Peneirar a sopa, e acertar a consistência adicionando um pouco do caldo do cozimento e/ou creme de leite.
Grelhar no azeite os cogumelos picados. (Como eu usei porcini seco, tive que hidratá-los em água quente por 20 minutos. Depois de picados grelhei-os numa frigideira com azeite.)
Servir a sopa e salpicar por cima cubinhos de queijo e um punhado de cogumelos.
Se tiver em casa vale a pena regar um pouquinho de azeite trufado por cima. Para mim esse pequeno detalhe fez toda a diferença!!!

Wednesday, 22 December 2010

Muffin de abobrinha e pinholi



Outra receitinha de muffin salgado do chef inglês Hugh Fearnley-Whittingstall.
Adorei o resultado! Massa leve, sabor suave e combinação perfeita da abobrinha com pinholi!

200g farinha de trigo
40g aveia
2 colheres de chá de fermento químico (baking powder)
½ colheres de chá de bicarbonato de sódio
1-2 colher(es) de chá de sal (depende de quão salgado é o parmesão)
Pimenta
8 folhas grandes de manjericão picadas
60g parmesão ralado, mais 20g para salpicar por cima
2 ovos
250g iogurte natural (a receita original mandava usar whole milk yoghurt, mas eu não achei aqui - também não sei como é o nome em português)
4 colheres de sopa de óleo de canola ou azeite (usei  azeite extra virgem)
200g abobrinha ralada no groceiramente
40g pinholi tostados
40g passas

1. Pré-aqueaça o forno a 200C.

2. Num bowl grande, misture a farinha, aveia, fermento, bicarbonato, sal, pimenta, manjericão e parmesão.

3. Num outro bowl, bata junto os ovos, iogurte e o óleo.

4. Despeje a mistura sobre os outros ingredientes e misture cuidadosamente com uma espátula.

5. Junte a abobrinha, os pinholis tostados e as passas, misturando a massa até que esteja homogênea.
Eu coloquei as passas só em uma parte da massa, pois não sou uma grande fã. A verdade é que funcionou bem, mas preferi sem.

6. Unte a forma, e com uma colher divida a mistura na forma. Salpique um pouco de parmesão por cima.

7. Asse por cerca de 18 minutes.

Thursday, 16 December 2010

Massa com molho de cream cheese e tahine


Olha, preciso confessar para vocês a origem dessa receitinha: REVISTA CARAS!!!!
Dá para acreditar?! Sabe aquela última página que vem sempre com algumas receitinhas?! Então, foi lá mesmo que achei essa, numa ida ao salão.
Muito brega, né?! hahahaha
O que importa é que apesar da origem, o resultado é ótimo! Prático, simples, leve e saboroso.

1 xícara de iogurte natural (acho que o grego também ficaria bom)
2 colheres de sopa de tahine (eu usei mais, pois gosto do gosto do tahine mais acentuado)
1 colher de sopa de suco de limão siciliano (também coloquei um pouco mais do que a medida sugerida)
2 colheres de manjericão
1 xícara de cream cheese
2 colheres de sopa de azeite
2 colheres de sopa de gergelim negro
400g de massa (eu usei uma massa curta integral)

Levar ao fogo o iogurte natural com o tahine e o suco do limão.
Retirar do fogo quando ferver e adicionar as folhas de manjericão, sal e o cream cheese. Misturar até que esteja um molho homogêneo.
Cozinhar a massa de acordo com as instruções do fabricante.
Cobrir a massa com o molho, regar um pouco de azeite e salpicar as sementes de gergelim negro, e decorar com umas folinhas de manjericão.
Eu também salpiquei por cima um pouco de queijo parmesão ralado na hora.

Monday, 8 November 2010

Massa com tomate e queijo feta


Essa é mais uma daquelas receitas pá pum, que ficam prontas em meia hora!
Adoro esse tipo de receita, principalmente para os meus almoços de durante a semana, quando estou sozinha em casa e sem aquela inspiração para cozinhar. Aliás, a verdade é que nunca me animo muito em coznhar algo legal só para mim. Acho meio chato cozinhar para um só, apesar de fazer isso diariamente.

Cozinhei 90g de massa integral em água fervente.
Enquanto isso, piquei finamente uma enchalota (pode ser também 1/2 cebola) e 1 dente de alho. Refoguei no azeite por alguns minutos, até que ficassem amolecidos e adicionei dois tomates grandes picados grosseiramente. Temperei com sal e pimenta do reino.
Quando os tomates já estavam macios e soltando água, juntei um pouco de queijo feta - tipo 30g - e misturei bem.
Despejei o molho por cima da massa, adicionei mais um pouco de feta e salpiquei umas folhas frescas de manjericão.

Uma outra opção é substituir o queijo feta por 1 colher de sopa de ricota, mas tem que ser da cremosa! Também fica maravilhoso, e ainda um pouco mais light! =]

Sunday, 7 November 2010

Risotto alla Milanese


Esse nada mais é do que o bom e velho risoto com açafrão, a especiaria mais cara do mundo!
Claro que já tinha feito outras vezes risoto de açafrão, mas nunca o de verdade verdadeiro! Dessa vez resolvi fazer uma indulgência e usar o estigma, como é chamado.
Ai, ai... q cor! Alegra os olhos de qualquer um (e a barriga também).

Ingredientes (para dois famintos):

150g de arroz arbório (se for comer como prato principal, então pode colocar um pouco mais)
1 colher de sopa de azeite
1 enchalota picada
20ml de vinho branco
1 colher de chá rasa de estigmas de açafrão
1lt de caldo de legumes (sou sem vergonha e uso o industrializado mesmo)
1/2 colher de sopa de manteiga
Parmesão
Sal e pimenta

O cozimento é exatamente o mesmo de todos os outros risotos...
Refogue a enchalota no azeite sem deixar que ela doure. Quando ela estiver translúcida, adicione o açafrão e mexa por 1 minuto. Em seguida junte o arroz e mexa por uns 3 minutos até que o arroz comece a ficar mais transparente.
Despeje o vinho branco, e com uma colher vá mexendo até que a maior parte do líquido tenha evaporado. Antes que o arroz fique seca, adicione uma concha de caldo de legumes, e siga mexendo até ter líquido pouco líquido na panela. Continue esse processo até que o arroz esteja devidamente cozido. O importante é que o caldo deve ser adicionado aos poucos e nunca deixar o arroz secar completamente.
Cada pessoa tem o seu ponto de cozimento predileto... eu prefiro ele um pouco mais al dente. O importante é que os grãos fiquem firmes e não molengos.
Retire do fogo, adicione a manteiga, o parmesão e mexa bem. Deixe descansar por 1 minutinho ou 2, e está pronto para servir!

Eu dei uma bobeada e coloquei um pouco mais de sal do que devia. :( Ainda assim ficou ótimo!

Servi com carneiro grelhado e porco assado.
Auto lá, não vão pensando que eu fiz uma mistureba de carnes com o meu risotto alla milanese! Como essa é uma casa democrática, cada um comeu a carne que quis... eu, um belo filé de carneiro com tomilho, e o Fábio um filé de porco assado com molho de limão, mel e sálvia.



Uma delícia sempre! E como todos os risotos, super simples e rápido de fazer! Perfeito para aqueles dias em que se quer o mínimo de conato possível com a cozinha.

Thursday, 21 October 2010

Pesto alla Trapanese


Descobri essa receita no maravilhoso e querido blog Chucrute com Salsicha, da Fer. 
Gente, que site inspirador! É, de longe, um dos mues food blogs favoritos! Escrita inspirada e inspiradora, receitas de dar água na boca e fotos deslumbrantes. ADORO!!!!
Numa dessas minhas visitas ao Chucrute com Salsicha achei essa receita, que me chamou a atenção pela simplicidade e entrou para a minha to-to list na mesma hora! Adoro pestos em geral, e fiquei super curiosa para experimentar esse pesto alla trapanese, receita originária da região da Sicília, que eu desconhecia até aquele dia.

3/4 xícara de amêndoas em lascas
Manjericão fresco
1 dente de alho
6 tomates bem maduros picados
1/2 xícara de queijo Pecorino ou Parmesão ralado
1/3 xícara de azeite extra virgem
Sal

Tostar as lascas de amêndoas numa frigideira. Deixar esfriar, e em seguida moer no processador (eu usei um mixer, ainda não tomei vergonha na cara para comprar um processador).
Colocar num bowl uma mão cheia de manjericão (apenas as folhas), alho e sal e bater com o mixer até que a mistura esteja bem moída. Adicionar as amêndoas já processadas, os tomates picados grosseiramente, o queijo (usei pecorino) e o azeite extra virgem. Processar até obter um creme.
Finalizar com pimenta do reino moída na hora.


Adicionar o pesto à massa já cozida de acordo com as instruções do fabricante.

Eu usei conchiglie, mas acho que uma massa longa, tipo spaghetti, fica melhor com pesto.
Eu até tentei fazer um tagliatelle fresco, mas deu uma zica qualquer que a massa ficou horripilante e impossível de usar. Virou uma pedra!!! Aí desisti da massa caseira, e apelei para a pasta seca que tinha já em casa!

Olha, essa receita rende demais!
Conserve o restante num pote de vidro esterelizado. Ainda tenho um pote enorme na minha geladeira, há duas semanas, e ele ainda está perfeito.
Estou pensando em como usar de outra maneira... hum, de repente com as abobrinhas que tenho aqui! :) Depois eu conto no que deu isso...

Mole mole, fácil fácil, né?! E super saboroso também!
Fiz numa noite que os meus pais estavam aqui, e odos aprovaram. O Fábio nem tanto... acho que é muito frugal para ele!!! =]

Vocês encontram aqui o post da Fer que originou esse meu jantarinho delícia.

Friday, 15 October 2010

Melanzane alla Parmigiana (Beringela à Parmegiana)


Dia desses folheando o livro Jamie's Italy, dei de cara com uma receita simplérrima e que já estava na minha lista para fazer há tempos. Finalmente havia chegado o dia!
Super fácil e deliciosa... acho que até quem não é fã desse legume vai gostar da receita.

Ingredientes (para 3 ou 4 pessoas):
  • 2 beringelas
  • 1 cebola picada
  • 1 dente de alho fatiado
  • 1 lata (400g) de tomate sem pele ou 500g de tomate maduro
  • 1 colher de chá de orégano desidratado
  • Vinagre de vinho
  • Manjericão
  • Parmesão ralado
  • Farinha de rosca
  • Orégano fresco
  • Azeite
  • Sal e pimenta
1. Fatie as beringelas em rodelas de, aproximadamente, 1 cm. Numa frigideira bem quente, coloque um pouco de azeite, e grelhe as fatias dos dois lados.
Reserve.

2. Coloque um pouco de azeite numa panela e adicione a cebola, alho e orégano desidratado até a cebola ficar translúcida e o alho dourado. Adicione o tomate (eu usei o em lata), mexa, tampe a panela e deixe ferver lentamente em fogo baixo por 15 minutos.
Quando o molho tiver reduzido e encorpado, tempere com sal e pimenta do reino, um pouco de vinagre de vinho (usei de vinho tinto) e manjericão (usei o desidratado, pois não tinha o fresco).
Para quem gosta do molho bem lisinho, é só bater um pouquinho no liquidificador ou no processador. Eu, como gosto dele pedaçudo, deixei do jeito que estava.

3. Pegue um pirex, cubra o fundo com um pouco do molho de tomate, depois uma fina camada de parmesão, e por cima uma camada de beringela. Continue esse processo até que os ingredientes cheguem ao fim. Finalize com o molho de tomate, salpique um pouco de parmesão e de farinha de rosca por cima, e orágano fresco (eu não tinha, então adicionei um pouco mais de manjericão desidratado).

A beringela ficou nota 10!!! Servi com filé de cordeiro grelhado. Ficou divino!
A verdade é que essa beringela é tão gostosa, que ela pode fazer as vezes de prato principal e ser servida acompanhada de uma saladinha verde.

Wednesday, 29 September 2010

Salada de lentilha verde com queijo de coalho


Essa receita me trouxe uma valiosa e inacreditável descoberta: existe queijo de coalho em Zug!!!
Dá para acreditar nisso?
Entrei na delicatessen de queijos - é esse o nome? - em busca de queijo halloumi (já falei um pouquinho dele aqui). Fui até a prateleira indicada pela vendedora, quando bati os olhos numa embalagem que parecia mais uma miragem... dizi assim: queijo de coalho, e em português!!!
Mais uma vez: dá para acreditar nisso?
Não pude acreditar no que via. Não parece louco encontrar esse queijo tão brasileiro numa pequena cidade da Suiça?
O que importa mesmo é que essa noite eu me deleitei com esse queijinho grelhado!!!

A receita original usava halloumi (ver aqui), que tem a textura muito parecida com a do nosso queijo de coalho. Claro que quando vi o coalho, não tive nenhuma dúvida, e na mesma hora resolvi "abrasileirar" essa saladinha! Cá entre nós, a troca se provou muito bem sucedida!

Anotem aí a receitinha para 4 pessoas felizes...

250g de tomate cereja, cortados pela metade
½ cebola roxa em finas fatias
½ dente de alho espremido (eu me esqueci dele...)
Suco de ½ limão siciliano
1 colher de sopa de azeite
150g lentilhas Puy (usei a verde) - acho pouco, colocaria umas 350g
250g de queijo halloumi cortado em cubos
coentro picado grosseiramente

Cozinhe as lentilhas por 30 minutos em caldo de legumes, até que estejam cozidas, mas ainda al dente (bom, eu gosto delas mais firmes e crocantes, caso prefira mais macia, cozinhe por mais alguns minutos).
Misture num bowl os tomates, cebola, alho, suco de limão e azeite (usei extra virgem).
Grelhe, em temperatura alta, numa frigideira antiaderente os cubos de halloumi (ou queijo de coalho) até que estejam dourados.
Depois é só adicionar as letilhas ainda mornas ao bowl, o coentro picado e o queijo grelhado por cima. Acerte o sal, e está pronto para ser saboreada! =D

Monday, 20 September 2010

Beringela recheada com tomate e feta


Essa receita é bem flexível, pode ser tanto um belo prato principal como fazer as vezes de uma entrada, é só reduzir a quantidade servida!
Eu comi numa dessas noites em que fiquei sozinha em casa sem o marido que viajava a trabalho. Aliás, já falei que morro de medo de escuro e tenho pavor de ficar em casa sozinha?! Pois é, as viagens do Fábio me deixam apavoradas, além de cheia de saudades...
Enfim, numa dessas noites solitárias tentei fazer algo leve e sem carboidratos. Olhando o que tinha na geladeira, resolvi então juntar beringela, tomate e queijo feta, que são dos meus ingredientes favoritos.

Cortei a beringela ao meio (ao comprido), retirei o recheio com uma colher, e salpiquei um pouco de sal.
Num bowl misturei bem: 1 tomate maduro picado, mais ou menos 50g de feta em cubinhos, manjericão desidratado, sal (bem pouco porque o feta já é salgadinho), pimenta e azeite extra virgem. Em seguida recheei as metades da beringela com essa mistura e levei ao forno pré-aquecido coberto com papel alumínio por mais ou menos uma hora, até que a beringela estivesse bem amolecida. Nos últimos 10 minutos eu retirei o papel laminado para dourar um pouco.



Ficou ótima acompanhada por uma saladinha verde!
Essa eu recomendo para um jantarzinho light no meio da semana! 

Sunday, 5 September 2010

Sopa de cenoura da Laris


Essa receitinha me foi dada pela minha queridíssima amiga, a descobridora dos 7 mares, Laris.
No melhor estilo 'quem te viu, quem te vê', Laris surpreendeu. Até pouco tempo atrás era uma ignorante culinária e agora não só arrebenta, com ainda passa receita as amigas!!!
Estou gostando de ver!!!

Aí vai a receita nas palavras de Larissa:
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 3 cenouras em cubos (ou 4, depende do tamanho)
  • 1/2 cebola picada
  • 1/2 xícara de alho-poró picado (usei xicara de cha, a grande)
  • 2 colheres de sopa de gengibre picado - colheres cheias ficou very hot! Se não quiser tão picante, coloque 1 colher de sopa.
  • 1 litro de caldo de legumes (aproximadamente - este item eu não medi!)
  • Sal
  • Requeijão 
"Refoque a cebola, o alho-poró e o gengibre na manteiga. Acrescente a cenoura e mexa um pouco. Cubra com o caldo de legumes fervente e deixe cozinhar até a cenoura ficar macia.
Bata tudo no liquidificador.
Aqui vai uma dica: eu bati primeiro os legumes no liqui e fui adicionando o caldo aos poucos, até o creme ficar da consistência que eu queria.
Volte o creme para a panela, acerte o sal e adicione 1 colher de sopa de requeijão para que o creme fique aveludado. Como aqui nao tem requeijão, usei sour cream e arrasou!"

A única coisa que fiz diferente foi adicionar 1 colher de sopa cheia iogurte grego ao fim, pois também não encontro requeijão aqui.
Receita aprovadíssima e certamente voltarei a fazê-la!

Fofa, você A-R-R-A-S-A! =]

Tuesday, 20 July 2010

Salada de tomates


Sei que o título não é muito atrativo!
Salada de tomates é aquele básico de todo dia, eu sei, mas existem maneiras de fazer essa singela salada ter uma cara e gosto de algo bem especial.
Ontem achei no mercado uma cestinha de tomates variados em cores e formatos, vindos diretamente de Ticino, a parte italiana da Suiça. Na mesma hora me veio à cabeça essa receita... Ela vem do livro do Jamie Oliver, Jamie at Home.

Para 2 pessoas:
  • 300g de tomates maduros de diferentes cores, formatos e tamanhos (se não conseguir achar, pode usar tomates comuns e cereja mesmo)

  • 1 chilli sem sementes

  • 1 dente de alho

  • Vinagre de vinho tinto ou balsâmico

  • Orégano desidratado

  • Manjericão fresco

  • Azeite extra virgem

  • Sal e pimenta

Corte os tomates do tamanho que quiser, e coloque numa peneira. Tempere com sal e mexa, depois coloque mais um pouco e mexa novamente. Deixe descansar na peneira por 15 minutos para retirar o excesso de água.
Enquanto isso prepare o molho. Num pequeno bowl adicione uma parte de vinagre (usei o de vinho tinto) para três de azeite, o alho e chilli picados.
Em seguida transfira os tomates (sem o suco que minou) para uma saladeira ou bowl, misture o molho e adicione um pouco de orégano e o manjericão.

É claro que a variedade de tomates faz a salada ficar bem especial, mas o tchan total está no molho. Portanto, não exite em fazer com os tomates comuns mesmo caso não ache outros!

Ah, eu me esqueci de colocar o orégano, e cá entre nós não senti muita falta não... Acho que o manjericão fresco já é suficiente!
Uma boa dica para incrementar a salada seria colocar umas fatias de mossarela de búfala ou de queijo feta!

Wednesday, 30 June 2010

Penne com nero di seppia e azeite ( e só!)


Numa viagem à Itália compramos algumas massas artesanais, dentre elas um pacote de penne nero de sépia, que nada mais é que a tinta da lula. A dona da lojinha, Beatrice, que também dava o nome à delicatessen, era uma fofa e super atenciosa. Para tudo que colocávamos na nossa cestinha de compras ela dava uma receita ou sugestão de como servir, por exemplo quando perguntei que molho fazer para servir com essa massa, ela se apressou em dizer:
"Niente! Solo un buon olio d'oliva!
".
Pensei com os meus botões: Como assim? Essa garota não entende nada de nada!
Mesmo assim, trouxe a massa para casa. E num belo dia, com uma pressa danada para comer e sair para assistir ao jogo do Brasil, resolvi segui a dica da Beatrice e servir a massa apenas com um delicioso azeite de oliva orgânico português e um pouco de peperoncino seco.

Ficou legal, mas faltou alguma coisa... Realmente o sabor é mais intenso do que o da massa comum ou da integral, mas mesmo assim, para mim, não se sustenta sozinho. Eu colocaria de repente uns camarões grelhados no alho e limão ou com atum fresco em cubos. Nada muito elaborado ou cremoso, mas algo que complementasse o sabor da massa...

Thursday, 17 June 2010

Pasta integral com espinafre e tomate


Aí vai uma receitinha de uma massa rápida, fácil e super gostosinha para aqueles dias de preguiça ou de falta de tempo ou dos dois...

Ingredientes para 2 pessoas:
  • 170g de massa integral
  • 500g de espinafre
  • 3 tomates frescos descascados e picados
  • 1 dente de alho
  • 1 enchalota (ou 1/2 cebola)
  • Azeite extra-virgem
  • Sal e pimenta
Cozinhe a massa de acordo com as instruções do fabricante.
Cozinhe o espinafre no vapor ou coloque 1/2lt de água para ferver e despeje sobre as folhas. Quando já estiver frio, esprema bem a água e pique as folhas.
Para retirar a casca dos tomates, coloque uma panela com água para ferver e mergulhe-os por 2 minutos. Depois coloque-os direto num bowl com água gelada, e o stomates já vão começar a soltar a casca. Tire as sementes e pique.

Numa frigideira coloque um pouco de azeite e refogue a enchalota (ou cebola) e alho, sem deixar que fiquem muito dourados. Em seguida adicione o tomate e mexa bem. Quando o tomate já estiver amolecido junte o espinafre e mexa bem até que fiquem bem encorpados.
Junte a massa cozida, tempere com sal e pimenta, e sirva.

Se você é daqueles que gosta muuuito de azeite, então vai fundo e se sirva de um pouco mais.

Thursday, 10 June 2010

Risoto de abobrinha




Eu sou super fã de risotos, sejam eles do que forem (acho, inclusive, que já devo ter falado isso aqui). Engraçado que não morro de amores por arroz, mas risoto... hum, só de falar já me dá água na boca (e olha que eu acabei de comer um delicioso - modeeeesta...).
Para o nosso jantar de quarta-feira resolvi usar umas abobrinhas amarelas que tinha em casa. Estava na dúvida entre fazer uma massa ou um risoto com elas, então resolvi perguntar ao Fábio o que ele preferia e ele, surpreendentemente, optou pelo segundo! Mal pude acreditar no que havia acabado de escutar, já que ele até hoje não gostava muito de risotos, o que cá entre nós era um desperdício, certo?! Mas como diz o ditado: "antes tarde do que nunca"!

Receita para 2 pessoas:

150g de arroz para risoto
200ml de caldo de legumes
50ml de vinho branco
1 cebola pequena picada (usei enchalota, que é mais suave)
1 dente de alho picado
2 abobrinhas pequenas cortadas em tiras ou como quiser (podem ser tanto as amarelas quanto as verdes)
1 colher de sopa de manteiga
Azeite extra-virgem
Salsinha picada
Sal e pimenta


Aqueça o azeite numa panela e acrescente a cebola, mexendo até que ela fique amolecida e transparente. Em seguida adicione o arroz, mexa um pouco e coloque o vinho. Quando o vinho tiver evaporado quase todo comece a acrescentar aos poucos o caldo de legumes, uma concha por vez até que o líquido da panela esteja quase seco. Continue acrescentando até que o arroz esteja cozido, mas ainda al dente.
Numa frigideira bem quente coloque um pouco de azeite, adicione o alho e quando estiver tostadinho acrescente as abobrinhas fatiadas, e siga mexendo até que estejam cozidas, mas ainda crocantes.
Quando o risoto estiver quase pronto, adicione 2/3 da abobrinha, sal e pimenta e mexa bem até que esteja pronto. Retire do fogo, acrescente a manteiga e mexa bem.
Salpique um pouco da salsinha por cima e o restante da abobrinha.
Sirva em seguida, pois risoto tem que ser comido assim que fica pronto.
Um fiozinho de azeite por cima vai bem, super bem!

O resultado foi super bom e até o novo amante de risotos aprovou!

Tuesday, 11 May 2010

Alcachofra recheada com queijo feta


Antes que vocês perguntem... Sim, essas são as alcachofras que foram compradas na feira em Milão! (Demorei só um pouquinho para mostrar a receita aqui, né?!)
Fiquei super empolgada para cozinhá-las, primeiro: porque gosto muito; segundo: porque adoro cozinhar coisas novas (foi a primeira vez que preparei alcachofra) e terceiro porque é um vegetal A (de novo, só entende a galera da dieta!).
Para mim a alcachofra sempre foi um legume misterioso... Como seria possível que aquela bolota cheia de pétalas se tornasse algo tão pequenino, como o que chamam de fundo da alcachofra? E ainda por cima branquinho e tenro?
Bom, desvendei o mistério num domingo... :)

Peguei uma receita no livro do Jamie Oliver: Happy Days with he Naked Chef.
É um pouco trabalhoso e demorado, mas se você se identifica com algumas das minhas razões (citadas acima) acho que vale a pena se aventurar.

Ingredientes (para 2 pessoas):

4 alcachofras
1 limão siciliano

1 dente de alho picado
Lascas de amêndoas

Farinha de rosca
Hortelã picada
Salsa picada

Azeite extra virgem
1 taça de vinho branco

Sal e pimenta


Para preparar as alcachofras, corte-as a uns 5cm acima da base e desfolhe-as até chegar nas folhas mais claras, amareladas e tenras.



Com uma colherinha retire o miolo da alcachofra e remova toda a parte interna. Imediatamente coloque um pouco de suco limão na alcachofra para que ela não escureça.



Olha, o Jamie falava na receita que com a prática se pegava o jeito, e o pior é que ele tinha razão!!! Na primeira você acha que ele é um sem noção, e que nunca na vida será possível conseguir fazer uma bem bonitinha, mas tenha paciência porque isso acontece, e eu sou a prova viva! A minha primeira ficou completamente desengonçada e feiosa, mas a última... Quanta diferença! Não que ela tenha ficado um primor, mas comparada com as anteriores ficou uma belezura.
Pré aqueça o forno a 200°C.
Num bowl misture o alho, as amêndoas, as ervas e a farinha de rosca. Tempere com sal e pimenta, e adicione um pouco de azeite. Eu coloquei um pouco de queijo feta esfarelado na mistura, e acho que ficou ótimo.
Recheie as alcachofras com a mistura e coloque num tabuleiro jogando por cima algum excesso do recheio que possa ter sobrado, azeite e o vinho branco. Cubra com papel manteiga, e leve ao forno por 30 minutos. Descubra as alcachofras e asse por mais 10 minutos.



Para mim elas deveriam ter ficado mais um tempinho no forno, pois as prefiro um pouco mais tenras. Tirando isso estavam ótimas, e certamente farei muitas outras vezes!!! Para ir pegando o jeitinho, né?!



Comemos as alcachofras acompanhando um peito de peru assado.
Boa combinação!!!


Thursday, 29 April 2010

Shiitake en papillote


Esse é aquele acompanhamento fácil e sempre muito bem vindo! Pena que o shiitake é um tão caro... Mesmo por aqui, onde os cogumelos frescos são mais em conta, ainda são caros. :(
Como essa semana comprei uns belos steaks, resolvi que tinha que ter um acompanhamento a altura... tcharam... shiitake!

Resolvi fazer uma receita simples e light...
Lavei e sequei 180g de shiitake orgânico. Cortei em fatia grossas, e num bowl adicionei um pouco de molho shoyo, o suficiente para regar todas as fatias.
Num papel (tipo manteiga, é específico para assar) coloque as fatias de shiitake com shoyo e coloque um fiozinho de azeite por cima.
Feche bem, fazendo um pacotinho. É importante que o papel esteja bem selado, pois a idéia é que o cogumelo seja cozido no vapor. Se estiver com dificuldades pra fechar legal, use um grampeador nas pontas. Funciona super bem!
Leve ao forno por 15 minutos, e está prontinho!
Cuidado ao abrir o papel, pois sai um vapor bem quente...